que tal uma chance amor ... ?
© PXC
Espero que você me perdoe. Nem sempre sei como agir. Às vezes machuco com o que deixo de dizer ou com aquela palavra que sai apressada pela boca. Espero que você me aceite. Não consigo ser melhor em tudo, mas faço o que está ao meu alcance. Espero que você me compreenda. Às vezes tenho preguiça ou falta de vontade. Me desculpe por ser assim. Espero que você me acolha. Não gosto de admitir, mas sou sensível ao extremo e cheia de fraquezas e fragilidades. Espero que você me admire.
Clarissa Corrêa. (via apagou)
— Você era mais forte.
— Eu era “mais” tantas coisas.
— Deixou de ser?
— Cansei de ser.
Camila Costa. (via inverbos)
Não tem essa de que “no fundo, no fundo, eu me importo”. Eu me importo no fundo, no raso, no vazio, no cheio… Tanto faz. Se eu me importo, é porque me importo pra caralho.
Thiara Macedo     (via sombriador)
Você gosta que ela goste de você? Você gosta de carinho? Ser bem tratado? Saber e sentir que ela é apaixonada por você? Você gosta do cuidado e da preocupação que ela tem por você? De como ela se importa com a sua vida. De saber que você está bem. Como ela quer ajudá-lo. E estar ao seu lado. E estar ali, pra dar uma força se, por ventura, você deixar a peteca cair. Se coloque no lugar dela, pelo menos uma vez. Ela está aí porque quer. Porque gosta do jeito que ela é com você. Porque gosta de você. Se não fosse por isso já teria ido embora. Mas não. Ela não quer ir pra outro lugar. Porque ela fica triste longe de você. O mundo fica esquisito e anda de uma forma devagar e lenta sem você. Por isso ela nunca quis que você pensasse em ir. Ela gosta de música, dias bonitos, cachorros, brisa do mar, sol, frio, sentir o vento dançando nos cabelos, rir até a barriga doer, falar besteira, desenvolver “teorias” malucas, filmes, viajar, chocolate, arte, você. No meio disso tudo você sabe quem ela é e como se sente. Ela gosta do seu jeito manso e doce. Do seu lado carente e delicado. E da sua postura de homem firme. E tem ciúmes de você. Ela gosta das suas palavras carinhosas e do seu lado divertido. Do seu jeito infantil de não saber lidar com pequenos contratempos. De como você fica cheio de manha quando está doente. De você como um todo.
Clarissa Corrêa.    (via renascendo)
É isso, sei lá, mas acho que amo você. Amo de todas as maneiras possíveis. Sem pressa, como se só saber que você existe já me bastasse. Sem peito, como se só existisse você no mundo e eu pudesse morrer sem o seu ar. Sem idade, porque a mesma vontade que eu tenho de te comer no banheiro eu tenho de passear de mãos dadas com você empurrando nossos bisnetos. E por fim te amo até sem amor, como se isso tudo fosse tão grande, tão grande, tão absurdo, que quase não é. Eu te amo de um jeito tão impossível que é como se eu nem te amasse. E aí eu desencano desse amor, de tanto que eu encano. Ninguém acredita na gente: nenhum cartomante, nenhum pai-de-santo, nenhuma terapeuta, nenhum parente, nenhum amigo, nenhum e-mail, nenhuma mensagem de texto, nenhum rastro, nenhuma reza, nenhuma fofoca e, principalmente ou infelizmente: nem você. Mas eu te amo também do jeito mais óbvio de todos: eu te amo burra. Estúpida. Cega. E eu acredito na gente. Eu acredito que ainda vou voltar a pisar naqueles cocôs da sua rua, naquelas pocinhas da sua rua, naquelas florzinhas amarelas da sua rua, naquele cheiro de família bacana e limpinha da sua rua. Como eu queria dobrar aquela esquininha com você, de mãos dadas com os pêlos penteados de lado da sua mão. Outro dia me peguei pensando que entre dobrar aquela esquininha da sua rua e ganhar na mega-sena acumulada, eu preferia a esquininha. A esquininha que você dobrou quando saiu da casa dos seus pais, a esquininha que você dobrou chorando, porque é mesmo o cúmulo alguém não te amar. A esquininha que você dobrou a vida inteira, indo para a faculdade, para a casa dos seus amigos, para a praia. Eu amo a sua esquininha, eu amo a sua vida e eu amo tudo o que é seu. Amo você, mesmo sem você me amar. Amo seus rompantes em me devorar com os olhos e amo o nada que sempre vem depois disso. Amo seu nada, apenas porque o seu nada também é seu. Amo tanto, tanto, tanto, que te deixo em paz. Deixo você se virando sozinho, se dobrando sozinho. Virando e dobrando a sua esquininha. Afinal, por ela você também passou quando não me quis mais, quando não quis mais a minha mão pequena querendo ser embalsamada eternamente ao seu lado.
Tati Bernardi.  (via inverbos)
Por mais que nós adoremos as palavras, creio que não haja quem diga que as ações não sejam mais significativas. As palavras acabam adormecendo e se perdendo, com o tempo elas parecem não fazer mais sentido, é triste. Só que ainda assim continuarei sendo amante das palavras, mesmo sem saber como usá-las.
Maria Ivanice  (via divulgarvcs)
A gente pisca rapidamente umas cinco, seis vezes, respira fundo umas quatro e repete na mente “calma, por favor não chora”. Mas o simples ato de respirar se torna difícil, a garganta fecha, os olhos se embaciam, tudo dói apesar de não ter nada te machucando — não visivelmente. Parece que tudo te leva a querer se jogar no chão e chorar rios e mais rios. Você só tem que manter-se forte, fuja de tudo que tranque sua respiração e deixe sua visão embaciada. Seu sorriso é grande, pequenas coisas não podem te abalar tão facilmente, sei que não é um dia muito bom e seus dias “não muito bons” são frequentes, mas não se esqueça coisas boas acontecem em dias ruins — isso significa que coisas boas estão acontecendo todos os dias, preste atenção.
Keeizi C.   (via apagou)
Noite passada, enquanto eu estava deitada na cama, pensando em todos os nossos erros amorosos, descobri que o meu maior erro foi crer que todas as qualidades que inventei em você realmente existiam. E sabe qual foi o seu? Pensar que o amor tudo perdoa, sim, talvez ele perdoe, mas eu não sou o amor, continuo sendo a Cassie.
Tickets of Cassie (via requiz)